Sobre os noivos

Uma homenagem ao casal!!!!

Inocente, apaixonado/ Eu tava crente crente/ Que ia viver uma história de amor/ Que cilada, desilusão/ Ela me machucou/ Ela abusou do meu coração/ Não era amor, ôh, ôh/ Não era/ Não era amor, era/ Cilada cilada cilada cilada/ Cilada cilada cilada cilada...

 

Não se deixem enganar por essa introdução. Este é mesmo um site de casamento e sim, contaremos aqui o início de uma história de amor.

 

Para os que ainda não identificaram a introdução acima (entenda isso como um grande descompasso cultural), trata-se da música “Cilada” do grupo de pagode Molejo, mais conhecido como Molejão, sucesso nos anos 90. E se naquela época muitos já não resistiam ao gingado do grupo carioca, que o diga Letícia e Alfredo. O grupo foi responsável pela trilha no primeiro encontro do casal.

 

Dia 21 de julho de 2012. Girus Disco Show. Contextualizados, acompanhem comigo as indecisões de Letícia até o encontro fatídico. Os mais supersticiosos diriam que tudo já estava prenunciado... Era sábado e Letícia não estava muito animada. Tinha Girus naquele dia e Camila – irmã – já era presença confirmada na balada paraminense. Já Letícia seguia confusa: sair com os pais ou esbaldar-se na balada ao som do Molejão? Sair com os pais pareceu mais oportuno. Mas, entretanto, porém, todavia (coloque aí todas as conjunções adversativas possíveis), antes de fechar o portão e seguir para o carro, Letícia para e como se ouvisse uma voz, do tipo “Ei, psiu? É agora ou nunca, querida! Bora curtir!”, desiste da saída com os pais no último minuto da prorrogação e avança algumas casas rumo ao futuro com Alfredo.

 

Sorriso no rosto, olhares caprichados e ouvidos ajustados.... Devidamente preparados, iniciemos os trabalhos, ou melhor, a paquera. E, de cara, já solicitamos reforço. Mário. A ponte. O famoso amigo que cuida do meio de campo. Foi ele quem apresentou o casal. E dado o pontapé inicial, digamos que Letícia e Alfredo não fugiram dos trâmites costumeiros. Primeiro, uma conversa despretensiosa ao “pé do ouvido”, uma pausa para dançar “Brincadeira de Criança”, até alcançarmos o ponto crucial da paquera: a troca de contatos. Isso mesmo, amigos. Um dígito errado e não há telefone que toque no dia seguinte.

 

Alfredo ficou de mandar mensagem no domingo. Mandou. Cá entre nós, já era madrugada de segunda-feira, mas ok! Te perdoamos, Alfredo! De lá para cá pudemos contabilizar boas risadas, inúmeras viradas de olho (entendedores, entenderão!), algumas revanches frustradas no buraco, viagens a dois e em família, um noivado pra lá de especial... Fato é que 2017 chegou e já avistamos ao fazer a curva dia 23 de setembro. Hora de mudar a chave. E reafirmar o amor e a cumplicidade que os uniu nesses quase cinco anos de relação. Para vocês, Letícia e Alfredo, deixo duas orientações que me soam fundamentais: quando disserem “Eu te amo”, sejam verdadeiros e nos desentendimentos, sejam justos.

 

Felicidades!!!

Ass. Alguém que gosta muito do casal!